quinta-feira, 3 de março de 2011

O Sporting não morreu!


Caros leitores!
O Sporting não morreu, o sporting não vai desaparecer! Ao contrário do que se diz por aí, isto não é o fim do clube. A equipa vai lutar com dignidade e resistir até ao fim. Não contra uns ou contra outros. Vai lutar face às dificuldades. A equipa quer superar-se.
Ao contrário do que muitas vezes se ouve dizer, o Sporting não tem sido mal gerido nos últimos anos. O clube, de forma geral, tem sido bem guiado no seu papel de instituição com valores importantes para a sociedade. Nem sempre nós, os sportinguistas, temos estado agradados com os resultados ou com as equipas do nosso Sporting. No entanto, meus amigos, nos ultimos 10 anos tivemos campeonatos ganhos (Inácio e Boloni), equipas atrativas (F. Santos e Peseiro) e muitas outras alegrias (Taças ganhas e luta por campeonatos na era Paulo Bento).
Volto a dizer: não temos estado mal e voltaremos a levantar-mo-nos do chão! O Sporting é maior do que muitos querem fazer parecer.
Voltaremos a jogar bem e a ganhar titulos! Mais cedo ou mais tarde...

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Inspirem-se!


Pouco há a dizer sobre o que se está a passar. O meu Sporting encontra-se nas ruas da amargura e precisa de ajuda. Aceitar e esperar deixou de ser opção. Precisamos de mudar. Quero de volta a sensação de acreditar, a sensação de que jogamos futebol de qualidade, de que somos criativos e que somos competitivos. Pouco há a dizer mas precisamos de paixão e de entusiasmo. Larguemos rédeas ao melhor de cada um dentro do Sporting e olhemos o futuro com um sorriso!
Inspiremo-nos!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Combater a crise no Sporting



O Sporting encontra-se na maior crise de resultados dos últimos tempos, já quase não existe nada para lutar por, mas ainda existe o orgulho, que se encontra muito "ferido", assim sendo aqui fica a nossa opinião sobre a táctica que o Sporting deveria passar a utilizar para dar um "Chuto" nesta crise.

Esta é uma equipa defensiva, mas com grande facilidade a desdobrar-se para o ataque.

Que acham?

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Elas estão de volta!


As competições europeias estão de volta! Sim, uma quarta-feira europeia tem e terá sempre aquele gosto especial. Sabe bem ao amante do futebol terminar um dia a meio da semana com o melhor de um desafio entre dois grandes clubes europeus. Podemos ver jogadores de topo a jogar, equipas com culturas diferentes, onzes com estratégias diversas. As competições europeias exportam o melhor que a competição interna tem. Oferecem novos desafios aos clubes que jogam por cá. E por isso mesmo, oferecem também outros horizontes. A Liga dos Campeões e a Liga Europa esperam pacientemente pelos novos donos das suas respectivas taças.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Argentina - Portugal


Esta noite foi especial. Jogou-se o Argentina-Portugal, um jogo especial que para o ser ainda mais, teria de fazer parte do calendário de um campeonato do mundo. Falar de selecções como a portuguesa e como a argentina é fácil. São ambas equipas com gosto. Tem dentro do seu espirito competitivo a vontade de vencer e a tendência para ver o futebol como arte. Não vemos um jogador argentino a tratar mal uma bola. Ele quere-a perto dele, prometendo-lhe falar-lhe ao ouvido e admirá-la para sempre. Com o jogador português é a mesma coisa. Uma bola é como uma namorada, é para tratar com carinho e respeito. Quem diz isto é um amigo. Uma pessoa romântica e dedicada.
Foi bom ver um jogo destes a meio da semana. De repente entraram pela nossa casa a dentro Ronaldo e Messi para jantar. Fizeram-nos companhia e contribuiram para que este pobre coração sportiguista se alegre. Pelo menos durante uns tempos.
Venham mais destes!

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Intensidade de jogo


Hoje foi dia de grande jogo. Mais uma noite de grandes emoções, desta vez com as duas melhores equipas da actualidade em Portugal: Porto e Benfica. Vi o jogo da Taça de Portugal e soube-me bastante bem. Não falo do resultado, esse era-me indiferente à partida. Falo da competitividade e do ritmo do jogo. Sem ter muitos momentos espectaculares, este desafio ofereceu a quem o viu momentos de intensidade táctica e motivação nos limites. O Benfica levou a melhor e a vitória caiu-lhe muito bem. Na minha opinião os encarnados começaram a ganhar o jogo no plano defensivo. Plano esse que todos os jogadores souberam interpretar, não só os defesas. Já o Porto acusou a pressão alta do Benfica e apresentou-se algo limitado, com as ausências de um lateral esquerdo de raiz e de um ponta de lança a fazerem-se sentir.
E como nestas coisas o ambiente à volta deste tipo de jogos é um espectáculo em si mesmo, foi interessante ver Jorge Jesus responder a André Vilas Boas no campo. Para a próxima o 'miúdo' quererá ser ele a ter a última palavra, sem sombra de dúvidas.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

O adeus ao goleador

Como já é do conhecimento geral o "grande" levezinho vai abandonar as portas de Alvalade, rumando assim ao seu país de origem.

É com grande pena que o mundo sportinguista se despede deste grande jogador que passou pelo Sporting, apesar de todos os seus feitos, desde ser o melhor "artilheiro" estrangeiro, a passar pelo Sporting, pela sua entrega aos jogos, até por vezes exagerada, mas foi um feito que o notabilizou e foi com esse feito que criou um "inimigo" em campo chamado Luisão, pois é os golos marcados no derbí Lisboeta, são mesmo um dos grandes marcos alcançados pelo Liédson.

Assim para recordarmos a passagem do Liédson por Portugal, aqui fica um pequeno video, do seu feito mais notável.


Adeus grande baixinho..........

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O tom alegre e entusiástico do futebol


A paixão e o futebol andam lado a lado. Não podem viver de costas voltadas. As emoções são o combustível deste desporto. Sem elas veríamos apenas 22 jogadores a dar pontapés numa bola. No futebol vemos os defeitos das pessoas como vemos também as suas qualidades. Este jogo é transversal às classes sociais, aos níveis educacionais, às profissões, às habilitações. O futebol é exagero mas é assim que faz sentido. Exagera-se no palavrão, no grito de golo, no abraço ao colega, no festejo de uma taça. Puxamos ferozmente pela nossa cor e desdenhamos altamente a do adversário. Acima de tudo, o futebol sem uma ponta de orgulho no nosso peito não faz sentido: "esta é a minha equipa, estes são os meus jogadores". Somos nós contra eles, jogamos para lhes ganhar. Acima de tudo jogamos por prazer e realização. Construimos jogadas, passamos a bola, fazemos golos e tudo sabe bem. Tudo com o coração, porque sem o gozo do jogo nada disto faz sentido.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Dois bons laterais no mundo do leão


Aproveito o fato de na semana passada ter escrito sobre tática e posicionamento em campo para continuar hoje o tema. Na altura falei de médios centro e hoje de laterais. Este é um jogador que preenche a faixa e que está confinado a uma pequena largura mas que pode e deve fazer a diferença apostando no longo caminho que tem à sua frente. Penso que hoje em dia esses laterais existem no Sporting. João Pereira é um rapaz baixo e que por vezes perde alguns lances aéreos. Compensa isso tudo com uma velocidade e destreza estonteantes. É agressivo de duas formas. Agarra cada lance com o afinco de um defesa exemplar mas controla-se pouco em situações de stress emocional. O outro lateral sportinguista é alto e ganha lances de cabeça. Naquilo que destingue melhor um lateral, a eficácia a defender e a solicitude a atacar, Evaldo é destemido, veloz e dono de boa técnica.
Resumindo, ambos os laterais do Sporting defendem bem e oferecem à equipa estruturas para atacar melhor e de forma mais rápida. Penso que nem tudo é mau no Sporting. O nosso ego sportinguista merece lhe falem do que existe de bom aos ouvidos.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Os organizadores


Uma das coisas que mais me dá gozo no que diz respeito ao futebol é pensar em tipos de jogadores e posições no campo. Penso em Xavi, do Barcelona, em Javi Garcia do Benfica, em Fernando do Porto ou em André Santos do meu Sporting e consigo ver carateristicas semelhantes. Falo de comportamentos em campo, em primeiro lugar. Todos eles procuram unir pontos, dar sequência a jogadas, oferecer espaços aos outros colegas. Constato isto e não posso deixar de imaginar que estes organizadores, como eu gosto de chamá-los, têm também atitudes semelhantes face ao jogo. Para eles o mais importante não são os dribles que desiquilibram ou os golos de bicicleta. Estes jogadores acreditam na organização coletiva, gostam de ser referências no meio de vendavais e agem de forma a conciliar conversas. Moderam diálogos entre laterais e extremos, entre defesas centrais e pontas de lança.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Artistas para o Sporting!


Segunda-feira fui ao estádio. Novo ano, de volta a Alvalade. O ritual de chegar e petiscar. Dar uma volta por ali e depois entrar com atencedência para o meu lugar. Sabe bem esperar por um jogo, sentir a ansiedade dos adeptos, antecipar os jogadores que vão entrar em campo.
No campo vi um jogo de duas faces. Na primeira, o jogo morno e pouco salgado. Os leões rondavam o adversário, passavam a bola, ora para a frente ora para trás, mas a coisa pouco mais desenvolvimentos tinha. Ne segunda, o jogo mudou. Dos primeiros quarenta e cinco minutos, ficou a sensação que a equipa estava sob carris, certinha mas...monótona. Na segunda, a equipa saltou para outro patamar e soube dar criatividade ao seu jogo. Na minha opinião era isto que estava a faltar: driblar, procurar um espaço, dançar para iludir os adversários. Este Sporting precisa um pouco menos de operários dedicados e um pouco mais de artistas irreverentes.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Viva o Bala!


Andava eu pelo Facebook, quando me deparei com a página pessoal de uma dos maiores jogadores que já passaram por Portugal: Krassimir Balakov. Este búlgaro foi um dos meus heróis da adolescência, um dos jogadores que me fizeram querer imitá-lo. Nasci destro, é o pé direito que me permite dar alguns toques na bola, alguns bons, alguns menos bons. Mas a forma como Balakov tocava na bola, como quem leva um bebé ao colo enrolado em quentes mantas, fez-me desejar que eu pudesse permitir-me a tratar a bola com a mesma forma. Claro que nunca cheguei lá, mas garanto-vos que se hoje consigo receber, passar e chutar com o pé esquerdo é devido ao efeito Balakov.
Krassimir Balakov era um jogador de eleição. Jogou cerca de 5 anos no Sporting, no inicio dos anos 90. Tenho na memória diversos momentos fantásticos. Vi Balakov a fintar meia equipa em Setúbal, a marcar um golo de fora da área (de pé direito) a Silvino do Benfica num derby em Alvalade e retenho sempre o sereno temperamento do búlgaro, apenas concentrado em jogar futebol e nunca metendo-se em outros assuntos.
Balakov deu alcunhas em Portugal para quem tinha caracóis cerrados na cabeça, para quem era dono de um pontapé canhoto fulminante. Para esses, para quem o tentou imitar, para quem ainda o admira: viva o grande Bala! Viva o Sporting!